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SÃO JOÃO EM ARACAJU - SE

Atualizado: 18 de jan. de 2023

Junho mês do FORRO CAJU e O ARRAIÁ DO POVO

Aracaju é a capital do estado de Sergipe, na costa nordeste do Brasil. É conhecida pelas praias, incluindo a Praia de Atalaia, ao centro. Junto à praia, o Oceanário de Aracaju, em forma de tartaruga, possui arraias, tubarões, enguias e tartarugas marinhas, além de exposições práticas.

O passeio na marginal, a Passarela do Caranguejo, está repleta de restaurantes de peixe e marisco e é marcada por uma enorme escultura de um caranguejo.

A orla da Atalaia, a Passarela do Caranguejo é o ponto imperdível onde se vai para experimentar o prato famoso, preparado na hora e servido com pirão e vinagrete. Gostou tanto que quer tirar uma foto? Aproveite a réplica do caranguejo – em tamanho bem maior que o de verdade – instalada ao lado do restaurante.


São João em Aracaju

Junho, acontece na capital Aracaju duas grandes festas que reúnem as melhores atrações da música junina sergipana e nacional:

O Arraiá do Povo, na Orla da Atalaia, e

O Forró Caju, no Centro Histórico da Capital.

Um dos maiores eventos juninos do nordeste do Brasil, com cerca de 140 atrações locais e nacionais reunidas durante 14 noites na praça de eventos entre os mercados Albano Franco e Thales Ferraz.

O evento é gratúito e faz parte do calendário junino brasileiro.


Orla de Atalaia, principal cartão postal de Aracaju, está abandonada pelo poder público

Construída no início dos anos de 1990, durante o governo de João Alves Filho, a Orla de Atalaia abriga vários pontos turísticos da capital, como os arcos, os lagos artificiais e as estátuas, além dos espaços de esporte e lazer para a população local e os turistas. Durante quase duas décadas, além de receber turistas de diversos lugares do país e do mundo, a orla foi palco de inúmeros eventos esportivos com importância não só para o Brasil, mas também para a América Latina, como a Copa Petrobras de Tênis.


Oceanário


Aos apaixonados por criaturas marinhas, a oportunidade de fazer uma visita ao Oceanário é indispensável.

Para aprender e conhecer mais sobre os seres vivos do fundo do mar, basta marcar um dia para visitar o local.

São 18 aquários, com mais de 60 espécies, tanto de água doce como salgada.

Desta forma, o trabalho é realizado pelo Projeto Tamar, que se dedica em prol da conservação da fauna e flora marinha.

As praias

São quase 22 km de praias, com águas mornas e rasas. A areia plana e firme parece feita especialmente para caminhadas e prática de esportes. Com exceção do período chuvoso. O sistema de transporte coletivo integrado dá acesso a todas as praias.

A primeira praia da orla urbana é a Praia dos Artistas, com suas barracas bastante próximas da beira-mar. A Praia da Atalaia é a mais longa e mais famosa, com sua faixa larguíssima de areia e passarelas que levam até perto do mar. A Praia de Aruanã se caracteriza pela fartura de bons quiosques. Mais para o sul, a praia vai ficando mais deserta e aparecem aqui ali clubes de praia.


Praia de Atalaia

Ao chegar na Praia de Atalaia, você encontrará 8 quilômetros de areia com boa infraestrutura como quiosques e ciclovia. Além disso, a orla conta com parque infantil e área de esportes. Se o passeio for em família certamente essa será a praia preferida da criançada!



CANINDÉ DE SÃO FRANCISCO - SE

Cânion do Xingó


O Cânion do Xingó é a principal atração de quem visita o nosso destino, então conhecê-lo é um passeio obrigatório. Banhado pelo Rio São Francisco, esse imponente monumento é considerado o 5º maior cânion apto à navegação do mundo e possui mais de 60 mil anos. Para conhecê-lo, você pode fazer tanto trilhas ecológicas quanto passeios de barco, que garantem banhos de rio em águas cristalinas.

'Canindé de São Francisco extremo noroeste do estado de Sergipe a 215 km de Aracaju, serve como portal do Complexo Turístico de Xingó

O rio São Francisco e o Cânion de Xingó é cartão de visitas da região e que projetou o município no mapa turístico do estado e do Brasil. A localidade tornou-se conhecida internacionalmente ao servir de cenário de novelas e minisséries. Uma dos mais belos espetáculos do planeta. Pedra, água, vegetação exuberante e fauna diversificada. Um dos passeios mais bonitos do Sergipe é o de escuna ou catamarã pelo rio São Francisco. O ponto de partida é a cidade de Canindé, a 215 quilômetros de Aracaju. Depois de meia hora de navegação, chega-se ao imponente Cânion do Xingó, com direito a mergulho nas águas verdes e cristalinas do Velho Chico. Barquinhos levam ao miolo dos cânions, onde as embarcações de maior porte não conseguem entrar. É possível ainda fazer stand up paddle nas águas tranquilas e praticar rapel nos belos cânions. De Aracaju a capital a Canindé são cerca de três horas de viagem. A melhor opção é pernoitar na cidade e, no dia seguinte, conhecer o município de Piranhas, onde Lampião e sua turma de cangaceiros costumavam montar acampamento. O Museu de Arqueologia de Xingó da Universidade Federal de Sergipe (UFS), está localizado no município de Canindé do São Francisco, com a missão de pesquisar, preservar e expor o patrimônio arqueológico de Xingó.

Popularmente conhecido como “Velho Chico”, o Rio São Francisco é considerado a joia mais valiosa do sertão nordestino. Visitá-lo significa conhecer uma bela natureza, mas também estar diante de muitas histórias e costumes tradicionais da população que o cerca. Por isso, para descobri-lo de uma forma única, não deixe de fazer um passeio de barco pelas suas águas, que são excelentes para navegação e descortinam belos cenários.


RESTAURANTE KARRANCAS



Além de muitas belezas naturais, Canindé de São Francisco também possui excelentes cantinhos que oferecem muitas comodidades, como o Restaurante Karrancas. Muito conhecido na região e bastante visitado pelos turistas, o local oferece refeições saborosas, tipicamente nordestinas, e conta com uma infraestrutura muito elogiada. Localizado à beira do Velho Chico, o espaço ainda proporciona a prática de esportes aquáticos e banhos relaxantes nas águas cristalinas do rio.

Restaurante Aconchego do Matuto

Localizado às margens do Rio São Francisco, o Aconchego do Matuto é mais um recanto ideal para conhecer em nosso destino. Esse local também oferece muitas comidas típicas saborosas do Nordeste, mas se destaca por possuir ambientes ideais para a família. Entre quiosques confortáveis e uma área de lazer arborizada, é possível desfrutar de momentos divertidos com a criançada e aproveitar muito o dia.

Com todas essas opções de atividades e atrações, a diversão e aventura estão garantidas em sua viagem. Aproveite para escolher os passeios que mais combinam com você e desfrute dessa belíssima região de Sergipe!


GRUTA DO TALHADO

A Gruta do Talhado é considerada um dos pontos mais bonitos do Cânion do Xingó, por isso não deixe de incluí-la em seu roteiro. Com formações rochosas que parecem ter sido desenhadas, esse local é ideal para fazer belos registros e uma excelente pedida para um passeio romântico. Em alguns pontos, é possível praticar mergulhos com total segurança e, assim, relaxar bastante.


Vale dos Mestres

Com paisagens típicas do sertão, natureza preservada e piscinas naturais muito convidativas, a região do Vale dos Mestres entra para o nosso guia. O local fica a aproximadamente 30 km do centro de Canindé e é ótimo para descansar e levar a família. Um destaque desse atrativo é que o espaço também abriga sítios arqueológicos, que revelam pinturas rupestres datadas de, pelo menos, 3 mil anos atrás.


MUSEU ARQUEOLÓGICO

Se a região do Vale dos Mestres abre espaço para figuras da pré-história, o Museu de Arqueologia do Xingó reúne e resgata objetos reais encontrados no Nordeste ao longo desse período. O museu proporciona uma viagem ao passado, a partir de exemplares descobertos em mais de 50 sítios arqueológicos da região. Entre o acervo, estão ferramentas, peças em cerâmica e esqueletos com mais de 8 mil anos. O Museu de Arqueologia de Xingó (MAX) é um museu localizado em Canindé de São Francisco, Sergipe, Brasil. Pertence à Universidade Federal de Sergipe. Criado em 2000, tem como objetivo expor, preservar o patrimônio arqueológico de Xingó.

O museu foi desenvolvido pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), em parceria Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf). A parceria surgiu após um programa de salvamento arqueológico na Usina Hidrelétrica de Xingó. Seu acervo contém peças de arte rupestre, esqueletos humanos e diversos utensílios descobertos durante pesquisas em sítios arqueológicos da região.


Usina Hidrelétrica de Xingó

Instalada no Rio São Francisco em 1994, a Usina Hidrelétrica de Xingó está aberta para visitação e representa um passeio para entender como esse complexo sistema de geração de energia funciona. Com a companhia de um guia, é possível conhecer as instalações e reservatórios do local e, ainda, presenciar uma vista incrível do Velho Chico. Da área externa da usina, o visual também é único, então capriche nos registros.


ROTA DO CANGAÇO

Grota do Angico (SE): Ecoturismo, Cangaço e Velho Chico


Com grande valor cultural, a Grota de Angico é um dos destinos obrigatórios para quem visita o sertão nordestino, já que o local faz parte da chamada Rota do Cangaço. Esse atrativo, que tem acesso por uma trilha de dificuldade média, é conhecido como o lugar exato onde Lampião e Maria Bonita foram mortos em 1938. Além de marcar a história, o local é composto por belas paisagens da Caatinga.

Monumento Natural da Grota do Angico, entre os municípios de Canindé do São Francisco e Poço Redondo, a cerca de 200km da capital, Aracaju. Lá, une-se a diversidade da Caatinga com um refrescante banho de rio São Francisco, em mais de 2.400hectares de bioma protegido, compreendendo cactáceos, pequenos arbustos, flor de mandacaru, répteis e muita história para contar, principalmente do Cangaço. Essa aventura cada vez mais atrai turistas, ávidos por trilharem a Rota do Cangaço no Sertão de Sergipe.

Centro de Convivência

No Centro de Convivência há infraestrutura para começar bem a trilha. Conta-se que ali era a antiga sede da fazenda Angico, visitada frequentemente por Lampião e seu bando. Por conta disso, um dos cômodos foi reformado e a casa antes de taipa foi mantida para resguardar a memória. A unidade também ganhou um mirante de onde se pode ver a magnitude da região de Caatinga, a perder de vista.


A trilha é considerada de fácil grau de dificuldade, guiada por um agente florestal e de turismo, que mostra os tipos principais de cactos, bromélias e árvores nativas da caatinga.

Conta-se que o Plano de Manejo do MONA Angico, em sua caracterização florística, registrou a ocorrência de mais de 157 espécies nos limites da Unidade de Conservação, distribuídas em 108 gêneros e 45 famílias, ou seja, uma rica biodiversidade que algumas delas podem ser apreciadas na trilha. Também foram identificados mamíferos e aves, répteis e anfíbios.


Atmosfera nordestina – O visitante percorre cerca de 1km de trilha partindo do Centro de Convivência, quando se depara com uma parte mais íngreme.

Grota do Angico onde Lampião, Maria Bonita e nove cangaceiros morreram em uma emboscada


Chega-se à Grota do Angico propriamente dita, cenário da morte do maior ícone do movimento do Cangaço, Virgulino Ferreira, o Lampião, além de sua companheira, Maria Bonita, com nove cangaceiros. Há uma cruz em cima de uma pedra datando o fato, ocorrido em 28 de julho de 1938, ou seja, 82 anos atrás.


Mata de Caatinga e solo avermelhado

Há muitas histórias sobre o caso, mas é sabido que o local é místico e envolto de uma atmosfera bem nordestina e quase que sagrada. Todos os anos, em julho, pesquisadores, familiares viajam até o local, para celebrarem uma missa em homenagem ao Pai do Cangaço. A celebração é intensa e cheia de ritos.


Área pedregosa onde vez ou troca corre o riacho Angico

O passeio só está começando. Relaxe um pouco mais com as histórias contadas pelos guias e deixe a atmosfera contagiar, pois mais um trecho da caminhada está por vir.

A trilha de mais 1km, ora sobe, ora desce, passando por percursos de riachos secos e muita história que vai desde Padre Cícero, Lampião, primeiras estradas de ferro, ao cangaceirismo, entre outros.

Percebe-se que além da preservação ambiental há todo o contexto sociocultural da região, protegendo o sítio histórico e ambiental da Grota do Angico, além de ser uma região de desenvolvimento de pesquisa científica, educação ambiental, ecoturismo e visitação pública, associada ao desenvolvimento de assentamentos e ramos econômicos que envolvem a Caatinga, a exemplo do mel de abelha, dos doces caseiros, dos produtos derivados do leite.



 
 
 

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