PIRENÓPOLIS - CACHOEIRA PARAISO
- voolivreja
- 19 de set. de 2022
- 5 min de leitura
O Paraiso é aqui
Como o próprio nome sugere, a cachoeira fica em um local lindo, com a vegetação do Cerrado bem preservada. A cachoeira é considerada a de mais fácil acesso em Pirenópolis. Apenas 120 m de caminhada com calçada de pedra nivelada te separam do estacionamento até a queda d’água.
O poço da cachoeira possui cerca de 60 m² e possui pontos em que a profundidade chega a 6 m. Um dos maiores atrativos é a pureza da água, completamente cristalina.




CIDADE DE PIRENOPÓLIS




Pirenópolis é uma cidade histórica que fica no estado de Goiás, a 130 km de Goiânia e a 150 km de Brasília.
A mineração ocupou um importante papel no desenvolvimento da região, especialmente nos séculos XVIII e XIX, e deixou como legado uma rica cultura através da gastronomia e arquitetura. Além, é claro, de inúmeras cachoeiras, belezas naturais e de um povo muito hospitaleiro.
Devido aos ricos casarões e igrejas centenárias, a pequena Pirenópolis foi tombada como Patrimônio Nacional pelo Iphan em 1989. Decerto, uma bela região que vale a pena conhecer.
Carinhosamente chamada de “Piri” — moradores mais velhos podem não gostar — a cidade é um excelente destino turístico para qualquer idade e para os mais variados gostos e estilos. Um pouco sobre a história de Pirenópolis Apesar de sensação no atual cenário turístico (inter)nacional, a cidade de Pirenópolis é histórica, um dos primeiros municípios do estado fundada em 1731. Em 5 de março de 1830, o Matutina Meyapontense — primeiro jornal do Estado de Goiás, e o primeiro jornal brasileiro publicado fora de uma capital — realizou sua primeira publicação. A partir disso, a cidade se destacou como o berço da cultura goiana. Em 1990, Pirenópolis foi tombada como Conjunto Arquitetônico, Urbanístico, Paisagístico e Histórico pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), ou seja, visitar Piri é descobrir lugares inesquecíveis de beleza e história. Turismo em Pirenópolis

Hoje, a cidade é um dos mais ricos acervos patrimoniais do Brasil. São casarões, ruas e igrejas conservadas com arquitetura colonial barroco da época da sua fundação.
Além das famosas cachoeiras que cercam a cidade e do Centro Histórico, você encontrará passeios para quem adora história ou esportes radicais, restaurantes, bares e cafés de todos os tipos e, principalmente, hospedagens para todos os gostos.
Com certeza você vai se encantar e voltará outras vezes.
Os pirenopolinos são receptivos. Povo alegre, devoto e festeiro, que promove as festas culturais mais populares de Goiás, como a Festa do Divino e as tradicionais Cavalhadas de Pirenópolis, manifestação folclórica conhecida internacionalmente e reconhecida como Patrimônio Histórico Oral Imaterial Nacional, pelo IPHAN, em 2010.
1. Visite o Centro Histórico de Pirenópolis
Tombado como Patrimônio Histórico, o Centro Histórico de Piri é bastante charmoso e deve ser visitado. O local preserva lindos casarões coloridos em ruas e becos calçadas com paralelepípedos.
A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário é o maior e mais antigo monumento histórico de todo o Estado de Goiás — O cartão postal da cidade.
Outras Igrejas como a do Nosso Senhor do Bonfim e a Igreja de Nossa Senhora do Carmo, também são construções históricas, datadas do século XVII e merecem uma visita.
Além disso, você pode visitar o famoso Teatro Sebastião Pompeu de Pina e o Cine Teatro Pireneus, que também são construções do final do século XIX e começo do século XX.
2. Cachoeiras de Pirenópolis
A cidade é famosa por suas cachoeiras e são mais de 80 opções de quedas d’águas na região. Algumas ficam próximas da cidade e outras um pouco mais afastadas.
As mais visitadas e com melhor estrutura estão localizadas em propriedades particulares, portanto é necessário comprar ingressos antes de chegar até lá.
3. Morro dos Pireneus
Pirenópolis também possui parques que preservam boa parte da mata nativa.
Em sua visita pela cidade, você precisará de uma tarde inteira para conhecer o Parque Estadual da Serra dos Pireneus. São cerca de 3 mil hectares com trilhas e outras cachoeiras.
O ponto mais alto do parque, é o Pico dos Pireneus, que oferece uma vista incrível; durante a noite é possível observar as cidades mais próximas. Além disso, você encontrará a Capela da Santíssima Trindade, ponto de fé, promessas e devoção a Nossa Senhora.
4. Aventura Para aqueles que gostam de adrenalina em meio a natureza, Pirenópolis surpreende! O turismo de aventura da região conta com rapel, tirolesa, boia-cross no rio, ciclismo nas diversas trilhas que ainda passam por cachoeiras e mirantes, arvorismo, cavalgada e até voo de balão pela cidade.
Casa de Câmara, Cadeia e Museu

Foi construído em 1919 e é uma réplica do original que se situava ao lado da Igreja Matriz. Antes o edifício era usado como Casa de Câmara e Cadeia de Pirenópolis, e assim foi até 1999. Já em 2002 o prédio estava em péssimo estado, foi então que o IPHAN começou uma restauração e mudou completamente a estrutura interior do local.
Levou tempo para ficar pronto, só em 2007 o museu foi inaugurado. Nele é contada a história da festa do Divino Espírito Santo, uma das festas mais alegres e mais esperadas pelos pirenopolinos, que é comemorada desde 1819
Cine Pireneus

Localizado na Rua Direita, o prédio Neoclássico, foi construído pelo padre espanhol Santiago Uchoa em 1919, para funcionar como teatro. Teve sua fachada alterada em 1936, para o estilo art-decô, de forma que ficasse mais condizente com a função de cinema a que se destinaria.
Depois de fazer uma parceria com o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e com o Governo Federal, iniciaram-se as obras de reconstrução do edifício. A reconstrução teve inicio em 1999, sendo inaugurado em 23 de fevereiro de 2002. Atualmente é destinado a apresentações artísticas e encontros artísticos
Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário

É considerada como o maior e o mais antigo monumento histórico de Goiás. Construída entre 1728 e 1732 com recursos provenientes da mineração de ouro. Tombada pelo IPHAN em 1941, como patrimônio nacional e somente em 1997 passou por uma restauração significativa, com técnicas adequadas ás normas internacionais de preservação.
Em 5 de setembro de 2002, apenas três anos após o término da restauração, a Matriz pegou fogo, destruindo em poucas horas o que, a custo, preservou-se durante séculos. Sensibilizados pelas perdas, a sociedade se mobilizou para mais este desafio, reerguer as taipas e refazer esta santa casa, que tanto significa para a história do povo goiano.
Igreja de Nª Srª do Carmo e Museu de Arte Sacra

Construída em 1750 a 1754 pelo abastado minerador Luciano Nunes Teixeira e seu genro Antônio Rodrigues Frota, para servir de capela particular dedicada, a princípio, a Nossa Senhora das Mercês.
Em 1868, foram feitas grandes alterações que a colocaram com a aparência semelhante da atual. E, em 1935, sua fachada foi reformada e alterada para o estílo art-decó.
Logo em 1976, por iniciativa do Sr. Pompeu Christovam de Pina, a igreja resgatou seu estilo colonial e iniciou-se o processo de transformação em Museu de Arte Sacra.
Igreja de Nosso Senhor do Bonfim

Construída entre 1750 e 1754 por iniciativa do sargento-mor Antônio José de Campos, que em 1755 trouxe da Bahia, num comboio que contava com 260 escravos, a imagem que está no retábulo-mor, de Jesus crucificado, em talha de madeira e tamanho natural, estando concluída em 1754.
Até 2012, a igreja era usada para cultos esporádicos, casamentos e batizados, além de ser a única igreja do período colonial aberta a visitação pública sem taxação turística. Em 2012, a igreja passou por um processo criterioso de restauração quando foram descobertas e restauradas as pinturas originais das paredes e forro da capela.



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